Quando Quilmes não é cerveja
53096
post-template-default,single,single-post,postid-53096,single-format-standard,eltd-core-1.0.3,ajax_updown,page_not_loaded,,borderland-ver-1.13, vertical_menu_with_scroll,smooth_scroll,paspartu_enabled,wpb-js-composer js-comp-ver-4.11.2.1,vc_responsive

Quando Quilmes não é cerveja

Quilmes

Quando Quilmes não é cerveja

Viajar é interessante pelo modo como abre portas para o passado. Por meio de uma delas, chegamos a cidade sagrada de Quilmes, ruínas arqueológicas que estão dentre as mais renomadas da Argentina. Antropólogos afirmam que ali se encontra a raiz do povo argentino.

Quilmes

Situada no Valle Calchaquíes, a 180 km de San Miguel de Tucumán, Quilmes era um povoado que há mil anos abrigava cerca de 5 mil indígenas em suas habitações semienterradas e cercadas por cactos gigantes – cardones. Povo guerreiro, de cultura impregnada de mitos e lendas, enfrentou com galhardia os incas que ali chegaram no final do século 15, e lutou bravamente contra os invasores espanhóis.

Quilmes

Hoje seus descendentes preservam um pouco do idioma kakane, e continuam adorando a Pachamana, a mãe natureza. Como oferenda a ela empilham pequenas pirâmides de pedra, as Alpachetas, espalhadas por toda região. E, para não fugir à regra, como no Brasil, escassos quilmes continuam reivindicando suas terras e herança cultural.

Quilmes

Mais informação: www.tucumanturismo.gob.ar

Heitor e Silvia Reali

Viajamos para namorar a Terra. E já são 40 anos de arrastar as asas por sua natureza, pelos lugares que fizeram história, ou pela cultura de sua gente. Desses encontros nasceu a Viramundo e Mundovirado.