Em Otavalo, um mundo de cores
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Em Otavalo, um mundo de cores

Otavalo

Em Otavalo, um mundo de cores

Curtindo à beça a feira de Otavalo, lembrei-me das palavras do poeta Baudelaire: “… o verdadeiro desejo é ir embora, partir. Qualquer lugar! Desde que seja fora do mundo”. Ali, tive a impressão que estava fora desse planeta.

Otvalo

Naquele universo de sensações visuais e olfativas é difícil definir qual cenário multicolor prende mais o olhar. Pode ser o das frutas, das flores, dos legumes, dos amuletos miraculosos, das raízes para todos os males, dos largos tachos com tortillas ou das bebidas fumegantes. Ou ainda, das joias em prata, do artesanato em massa de pan, das cerâmicas, dos tapetes, das malhas, ponchos e tecidos com intricados motivos geométricos.

Otavalo

O olhar também se liga nas roupas das nativas, as cholas: saias rodadas, em geral azul índigo, blusa bordada e alvíssima; colares de grossas contas douradas, além de um poncho colorido que as envolve e que prendem com um nó sobre o peito. Nos ponchos vão crianças, galinhas ou o que elas quiserem.

Agende-se:

A feira de Otavalo acontece todas quartas e sábados, e é reconhecida como uma das mais importantes feiras indígenas da América Latina

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Heitor e Silvia Reali

Viajamos para namorar a Terra. E já são 40 anos de arrastar as asas por sua natureza, pelos lugares que fizeram história, ou pela cultura de sua gente. Desses encontros nasceu a Viramundo e Mundovirado.